Patria amada Brasil!

brasil seloSomos o único país do mundo onde se pode abastecer simultaneamente um carro com Álcool, Gasolina e gás. Tudo isso, com tecnologia própria, Nacional.

Somos o primeiro país do mundo a desenvolver o biodiesel à base de mamona. Novamente tecnologia nacional. Será a redenção do Nordeste, pois a mamona é praga por lá e a Petrobrás já está começando desenvolver o sistema produtivo.

As fábricas mais modernas de produção de automóveis e caminhões, estão instaladas também no Brasil.
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Concurso aberto para a ANAC

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em parceria com o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), abre concurso público para o preenchimento de 365 vagas para profissionais com formação em nível médio e nível superior. As remunerações oferecidas pelo órgão são de R$ 9.552,00 para os cargos de Especialista em Regulação de Aviação Civil e Analista Administrativo e de R$ 4.708,07 para os cargos de Técnico em Regulação de Aviação Civil e Técnico Administrativo.

As inscrições para o concurso começam no dia 28 de maio e vão até o dia 18 de junho, pelo endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/anac2009. As taxas são de R$ 100,00 para nível superior e de R$ 65,00 para nível médio.

Para as vagas de nível superior, há oportunidades em áreas como Engenharia, Economia, Tecnologia, Piloto e também para outras áreas de formação. Já para nível médio, os postos são para Mecânico de Manutenção Aeronáutica, Piloto, Administração e Tecnologia da Informação.

O processo será composto por aplicação de provas objetivas e prova discursiva, com aplicação prevista para o dia 19 de julho. As provas objetivas e a prova discursiva ocorrerão nas capitais dos 26 estados da Federação e no Distrito Federal.

SERVIÇO

Concurso: Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)

Cargos: Nível superior e nível médio

Vagas: 365

Remunerações: de R$ 9.552,00 (nível superior) e de R$ 4.708,07 (nível médio)

Taxas de inscrição: R$ 100,00 (superior) e R$ 65,00 (médio)

Inscrições: de 28 de maio a 18 de junho

Provas: 19 de julho

A arte de conviver com pessoas insuportáveis no trabalho

Não importa qual o ramo de atividade que exercemos, mais cedo ou mais tarde temos que conviver com pessoas com um temperamento difícil. O que fazer? Entrevistamos Bruna Gasgon, consultora em comunicação e recursos humanos, que criou apelidos para os tipinhos insólitos que aparecem nos escritórios e ensinar de uma maneira divertida como neutralizar as más influências.
"Pode ter certeza, em algum momento de sua vida você foi (ou é) insuportável para alguém. Então você tem que refletir sobre as suas atitudes para que o clima do escritório não piore".

Conheça os tipos mais comuns:

  • Brucutu
  • Sabetudo
  • Kid Tocaia
  • Frente Fria
  • Disque Problema
  • O Chato

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Ausência de pagamento de verbas rescisórias

A questão envolvendo o pagamento ou não de indenização por danos morais pela ausência de pagamento de verbas rescisórias aos trabalhadores é um assunto que vem sendo muito discutido nos Tribunais do Trabalho do Brasil, mormente cumulada com a crise mundial vivida nos dias atuais.

Inicialmente precisamos verificar o conceito de dano. Na visão de Mauro Schiavi, Dano, do latim “damnum”, termo bastante amplo para significar qualquer prejuízo material ou moral causado a uma pessoa. Em síntese, pode-se dizer que o dano é a lesão a um bem jurídico. É a lesão a um patrimônio. Segundo Maria Helena Diniz: “é um dos pressupostos da responsabilidade civil, contratual ou extracontratual, pois não pode haver ação de indenização sem a existência de um prejuízo. Consiste na lesão (diminuição ou destruição) que, devido a certo evento, sofre uma pessoa, contra a sua vontade, em qualquer bem ou interesse jurídico, patrimonial ou moral”.
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Reclamar demais pode ser doença, alertam especialistas

Conhece um reclamão –aquela pessoa que nunca está satisfeita com nada?

Se a sua vida não é fácil ao lado dela, a dela pode ser pior ainda. Além de afastar os amigos, quem lamenta demais acaba tendo um sofrimento psicológico desnecessário.

“O reclamão tende a generalizar todas as circunstâncias. O problema está na maneira como ele interpreta a realidade. Pode ter baixa autoestima e sentimento de rejeição. Assim, reclama demais. As relações acabam ficando comprometidas”, afirma Rita Khater, psicóloga da PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas).

Para Geraldo Possendoro, professor de medicina comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), os reclamões podem ter esse comportamento como um traço de personalidade. “São pessoas muito dogmáticas, absolutistas e pouco flexíveis. Isso acaba trazendo infelicidade”, diz.

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Informação não é poder! Veja como a falta de clareza causa o fracasso do líder

A reclamação número um de profissionais é a falta de clareza com relação às suas metas. Isto significa que todos sabem o que precisam fazer hoje, mas poucos sabem ao certo o porquê e aonde a empresa pretende chegar. Como consequência, os funcionários se empenham menos e, com o tempo, acabam desmotivados.

A verdade é que ninguém gosta de ser um mero “robô”. Participar da tomada de decisões, bem como saber o sentido do seu trabalho, é essencial. Uma pesquisa realizada pelo PMI (Project Management Institute), com 400 empresas, corrobora com esses pressupostos. Uma pergunta foi feita aos profissionais participantes: “Quais habilidades faltam a seus gestores?”. A resposta mais dada foi: “a habilidade de se comunicar”.

Como a empresa perde tempo [e dinheiro]

“Se os funcionários não conhecem os objetivos maiores da empresa e as estratégias adotadas, eles não fazem mais do que olhar para o próprio umbigo, de forma que agregam pouco à organização. Esta, por sua vez, perde tempo e dinheiro, ao não disseminar informações importantes”, explica o coordenador da pesquisa de Benchmarking do PMI, Américo Pinto.

Quando falta clareza ao profissional com relação a suas próprias metas, os projetos não dão certo, ou o resultado obtido não é o esperado pela direção da empresa. E não é uma questão de incompetência. Ao desconhecer seus objetivos de longo prazo, o funcionário pode muito bem andar para a direção oposta para a qual estão caminhando os gestores. Enquanto uns vão para a direita, outros escolhem ir para a esquerda. A empresa não é bem-sucedida e perde recursos. Situações como a descrita não são raras.

“Os atuais gestores não atendem mais àquilo que as empresas precisam, que é clareza e capacidade de se comunicar, antes de mais nada. Muitos deles retêm informações, porque acreditam que informação é poder. No final, acabam se prejudicando, porque seus subordinados não trabalham o todo, não realizam suas atividades dentro de um contexto”, explica o diretor executivo do Insadi, Dieter Kelber.

“O pior é que há líderes que gostam de ter funcionários robôs, que cumprem ordens sem pensar muito. São gestores à moda antiga, atrasados no novo cenário de competitividade acirrada entre as empresas”, acrescenta.

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