Grupos investidores buscam negócios inovadores no Brasil

investirA seguir lista de grupos investidores que estão buscando negócios inovadores no Brasil para compor seus portfólios

1 – Draper Fisher Jurvetson

Tim Draper (foto), investidor de negócios de sucesso como Skype, Hotmail e Baidu, está de olho nas startups brasileiras. Recentemente, o investidor participou de uma sessão de perguntas e respostas com empreendedores locais via videoconferência. O investidor comanda o fundo Draper Fisher Jurvetson (DFJ), que tem mais de US$ 5 bilhões comprometidos e já realizou mais de 600 investimentos em todo o globo. No Brasil, a DFJ opera em conjunto com a FIR Capital

2 – Benchmark

Um dos fundos de capital de risco mais ativos no Vale do Silício, o Benchmark fez seu primeiro investimento no Brasil no ano passado, colocando dinheiro no popular site de compras coletivas Peixe Urbano. Ementrevista à EXAME, Matt Cohler (foto) – um dos sócios do fundo que tem no portfólio investimentos em mais de 150 empresas de tecnologia, como Twitter e eBay – afirmou que o Brasil é, junto com a China, o maior alvo para novos investimentos, especialmente nas áreas de internet e serviços de software e infraestrutura.

3 – Atômico

O grupo europeu Atômico, criado por Niklas Zennström (foto), um dos fundadores do Skype,  está com toda a atenção voltada à America do Sul. O comprometimento é tamanho que Geoffrey Prentice, membro do time que inaugurou as operações do Skype e um dos sócios do fundo, está de malas prontas para se mudar para o Brasil. O grupo já tem quatro investimentos na região – os nomes das empresas investidas ainda não foram abertos – e continua prospectando ativamente potenciais negócios no país. O alvo são empresas inovadoras de tecnologia com serviços voltados a usuários finais.

4 – FIR Capital

A FIR Capital tem R$ 80 milhões distribuídos em três fundos para investir em startups. A empresa planeja fazer até seis investimentos neste ano e o valor aportado deve variar entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões por negócio. O alvo são empresas com atuação em cadeias produtivas de negócios globais, como agronegócios, commodities, fármacos e internet. Já as áreas prioritárias para empresas com foco no mercado nacional são turismo, logística e serviços voltados ao publico de classe C. Um dos casos de sucesso do grupo é a empresa mineira de buscas Akwan, vendida ao Google.

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